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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Nature Needs Heroes



* Timberland's "Lost Bottle"

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Everything has a beginning

A Topper creative campaign by Talent to brazilian rugby.



sexta-feira, 6 de maio de 2011

Just you know why

Never say no to Panda



* Song by Buddy Holly

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Sexo grátis aqui

Sim, é exatamente isso que você leu, que eu li e, não tão óbvio quanto parece, é o que toda pessoa lê na primeira vez que se depara com esse banner. Sexo grátis aqui.

Clique sobre a imagem para ler as entrelinhas.

Apelativo? Nada disso, é sim uma ótima estratégia de marketing. Trata-se de uma promoção que passaria batida, não fosse uma mente criativa ter a idéia de pinçar três palavras (escolhidas a dedo) em meio ao texto, colocá-las em fonte garrafal (+cx alta +bold +vermelho) e pronto. Mídia espontânea em um incontável número de sites, blogs, microblogs, macroblogs, e-mails, comments, etc.

Como resultado, milhares de pessoas que sequer tinham conhecimento desta loja, estão agora gerando intenso boca-a-boca para a marca. A iniciativa mostra que apelo emocional + uma boa dose de humor podem contribuir muito para a visibilidade/imagem institucional de uma empresa.

Em tempo: eu trocaria apenas o 'ganhe' por 'receba', para evitar a redundância, o que, entretanto, provavelmente não influenciaria na repercussão da campanha.

*Dica da Layla, obrigado.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Some case studies

1 Discover why Leonardo Da Vinci's Vitruvian Man is one of the most recognized campaigns in History:



2 How do you get more people interacting with your brand? See what Catholic Church did:



*Via Blue Bus

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

terça-feira, 15 de junho de 2010

Barradas na copa

36 garotas holandesas foram barradas e expulsas ontem do jogo entre Holanda e Dinamarca, acusadas de participar de uma ação de marketing de emboscada, por estar de vestidos laranja, a cor da seleção holandesa. A suposta ação seria parte de uma campanha da Bavaria, tradicional marca de cerveja, que tem um histórico de ações de marketing de guerrilha em grandes eventos.

Detidas por uma equipe de policiais, elas foram levadas para escritórios da Fifa onde foram interrogadas por mais de 3 horas. Lá os agentes fizeram cópias de seus passaportes e asseguraram que elas serão denunciadas.



O vestido seria o brinde de um pacote promocional que a cervejaria dava a clientes que compraram produtos da marca, como parte de sua campanha de publicidade para a Copa. Detalhe: não havia logotipo da Bavaria no vestido. Elas foram detidas por ser um grupo grande de pessoas com roupas iguais.

Se realmente for uma ação de marketing, trata-se de uma grande sacada da empresa, porque o fato tem, no mínimo, gerado muita mídia espontânea para a marca. Mas fico pensando, como será possível comprovar se foi uma ação de marketing ou apenas coincidência?

Independente disso, é um absurdo barrar uma pessoa pela roupa que está usando. Eu não vi nada demais, porque elas apenas estavam vestidas como torcedoras costumam se vestir. E se elas quiserem ser outdoors móveis, o problema é de quem além delas mesmas?

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Every sound tells a story

Tente ficar indiferente ao imaginar um bebê feliz durante uma sessão de tortura. Esta é apenas uma das possibilidades sonoras insinuadas neste excelente comercial da Top Digital, produtora de áudio italiana.



Então, alguma dúvida sobre a importância do som em um vídeo?

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

FREIAAA

Excelente campanha da BBDO Singapura para a Mercedes Benz.







Clique para ampliar.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Campaña de Cadbury 2009‏

Nunca provei este chocolate (ouvi dizer que é ótimo), mas a marca ficou conhecida do grande público com o vídeo premiado em Cannes no qual um gorila tocava bateria. Na época o comercial gerou muita polêmica em torno do bicho. Uns acharam que o gorila era real, já outros acreditavam que se tratava de uma pessoa fantasiada. Mas a empresa, estrategicamente, não divulgou como de fato o vídeo foi feito.

Agora me deparo com esta campanha muito bem sacada, uma série de três vídeos com situações do dia-a-dia onde você pode ganhar ou perder pontos. As três são boas, mas a última, para mim ganha disparado.





terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Festinha química

O Mundo da Química na visão de Marie Curie Actions.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Versão brasileira: Herbert Richers

Quem nunca ouviu esse meme em algum filme? É simplesmente impossível de esquecer essa assinatura sonora presente na esmagadora maioria dos filmes estrangeiros que já passaram em tv aberta no Brasil.

Acredito que o motivo, além do cara ter sido um pioneiro da dublagem, é o fato da frase surgir logo no início de cada filme, momento no qual o telespectador está hiper atento e às vezes até ansioso por conhecer a estória.



A questão é que precisamente hoje, aos 86 anos, o Sr Herbert Richers (foto) faleceu no Rio de Janeiro, cidade onde fica seu famoso estúdio de dublagem. A empresa homônima, fundada em 1950, tornou seu nome conhecido nos quatro cantos do país e continua em plena atividade.

Contudo, a notícia do falecimento de Herbert Richers me fez lembrar um fato inusitado envolvendo sua empresa que aconteceu há alguns meses. Eu folheava uma revista e de repente me deparo com um anúncio que mais parecia uma cena de filme pornográfico. Mas a publicação não era o que se podia chamar de apropriada para isto e a primeira coisa que pensei foi: 'será que começaram a apelar?' Mas ao ler o texto a imagem rapidamente passa a fazer sentido e só então vi a assinatura da Herbert Richers. Achei o anúncio bárbaro e por isso reproduzo ele aqui, vejam.



É uma idéia tão simples quanto genial e que consegue mexer de verdade com o leitor. A idéia é de uma versatilidade imensa que, tal como o Priceless da Mastercard, baseia-se num conceito do qual podem surgir um número incalculável de situações. Parabéns para a Publicis Brasil pela excelente campanha, um exemplo de boa publicidade, com senso de humor mesmo, diante da qual é impossível se ficar indiferente.



segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Menos é mais

Foi a professora Berenice Machado, na longínqua cadeira de Introdução à Publicidade, quem disse isto, numa ode a incrível simplicidade de alguns anúncios. Menos é mais.

É delas (professora e frase) que lembro quando vejo excelentes comerciais feitos com um irrisório custo de produção. É o caso deste, criado pela AlmapBBDO para a VW e veiculado a partir de hoje nos canais de tv aberta.



Simples sim. Mas precisa mais?

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Atenção para o slogan!

"Uma imagem vale por mil palavras". Se vale ou não (acredito que algumas até valham mesmo) esse questionamento em nada prejudica a popularidade da máxima. Mas, e de uma palavra ou frase, quantas imagens ou idéias podemos extrair? Farei primeiramente uma breve explanação para em seguida mostrar onde quero chegar.

Era início dos anos 80 e a turnê de Peter Frampton passava pelas grandes capitais brasileiras, entre elas Porto Alegre. Hoje tudo seria diferente, mas na época eu era pequeno o suficiente para não ir àquele grande show. Contudo, hoje todos que curtem as músicas do cara podem apreciar fragmentos do espetáculo graças a gravação do evento e mais recentemente sua publicação no Youtube.



Para os fãs, o registro é uma raridade. Mas, especialmente a todos que se ligam em comunicação, muita atenção para O SLOGAN da TV Bandeirantes, que aparece na locução, ali nos 5'52''. Trata-se de uma frase forte e subjetiva, do tipo que merece ser comentada. É um slogan sintético, conciso, auspicioso. E minha pretensão é promover um breve exercício criativo a partir dessa poderosa frase publicitária.

Vamos ver que diferentes interpretações podem surgir de uma mesma frase. Apenas responda: para você o que esse slogan significa?

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Sweet dreams, dumb!

Homenagem à arte e ao sarcasmo de Roy Lichtenstein, que influenciou e continua a influenciar vários segmentos entre eles a publicidade.


* Aos desavisados: isto não é fragmento de uma HQ, é um quadro.

domingo, 14 de dezembro de 2008

Reflexões sobre arte e publicidade

Arte, segundo a Wikipedia, é a atividade humana ligada a manifestações de ordem estética, feita por artistas a partir de percepção, emoções e idéias, com o objetivo de estimular essas instâncias de consciência em um ou mais espectadores. No sentido moderno, o termo arte pode se referir a atividade artística ou o produto da atividade artística.

Entretanto, troque-se artistas por publicitários e espectadores por público-alvo e perceberemos que a arte e a publicidade têm muito em comum. Obviamente existem diferenças, mas tanto uma quanto a outra são suscetíveis à exibição e interferem nos pensamentos e/ou sentimentos de quem as vê ou ouve.

Já ouvi que o artista cria com total liberdade, ao passo que o trabalho do publicitário é restringido pelos interesses de um anunciante. Ora, mas quantas obras de arte só existem porque alguém as encomendou? Uma das mais célebres pinturas de toda a história, o teto da Capela Sistina, por exemplo, foi contratada a Michelangelo pelo Papa Júlio II. Neste contexto, o sacerdote em questão é equivalente ao anunciante na publicidade, ou seja, aquele que contrata e paga pelo serviço.

Há, contudo, obras que não são previamente contratadas e temos então uma grande diferença. Enquanto a publicidade é contituída de uma peça que servirá para vender produtos, a arte contitui o próprio produto. Em outras palavras, a arte pode existir por si só e pode até não ser vendida, mas a publicidade depende de um produto para existir e é necessariamente vendida ao anunciante que a contratou.

Outro ponto de convergência entre arte e publicidade é a necessidade de um meio para sua exibição. O rádio, por exemplo, é utilizado tanto para jingles e spots (publicidade) quanto para músicas (arte). A televisão, por sua vez, é um meio que exibe filmes (arte) e comerciais (publicidade). Quanto a Internet, num mesmo site é possível se encontrar fotografias artísticas e e-books (arte) e banners divulgando produtos (publicidade).

Seria possível, contudo, se fazer publicidade de uma obra de arte? Claro. É o caso dos cartazes de filmes, anúncios de peças de teatro e dos spots sobre shows. E seria verdadeira a recíproca? Sim, embora bem menos comum. É o caso, por exemplo, das colagens e das esculturas feitas com material alternativo (anúncios e embalagens de produtos).

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Profissionais e suas posturas

Em 'Criatividade em Propaganda' de Roberto Menna Barreto, encontrei esta 'paulada' de George Bernard Shaw: "Todos os especialistas são conspiradores contra os leigos".

Chocante? Talvez. Mas já vi exemplo disso na prática: profissional (com ego super inflado) sendo arrogante com pessoas de outras áreas. Valorizar o próprio esforço e conhecimento é algo realmente digno, mas subestimar alguém por não ter feito a mesma escolha profissional, é o cúmulo.

Menna Barreto adverte: cuidado com qualquer profissional que, mesmo aparentemente sem intenção, lhe der consciência, nos primeiros dez minutos de conversa, de sua ignorância sobre a ciência dele. Para o autor, o profissional que faz isto está, no fundo, camuflando sua incompetência.

O oposto, o profissional competente, para Menna Barreto, é um simplificador. "É marca inconfundível de sua capacidade a maneira como reduz instantaneamente uma situação problemática, às vezes mesmo contra sua vontade, ou seus interesses."

Acredito que as idéias explanadas neste post se aplicam a várias profissões. Contudo, dentro da proposta do blog, volto meu olhar para a comunicação, onde a primeira figura que me ocorre é Washington Olivetto.

Aos 48 anos ele foi eleito o Publicitário do Século tanto pela Associação Latino-americana de Publicidade quanto por uma enquete na Internet feita por profissionais do ramo, em 1999. A título de exemplo de como Olivetto ganhou este título, basta dizer que só no Festival de Cannes ele foi premiado 46 vezes (até ano 2000).

Ao ser questionado sobre por que foi escolhido como o publicitário do século, Olivetto respondeu: "Ganhar publicitário do século é fácil, qualquer um ganha, mas seu time ser campeão mundial de futebol, isso sim é relevante. Estou muito feliz, por esses dois motivos. Sou humilde, mas não modesto. Não seria maluco de achar que não mereceria. A geração de publicitários anterior à minha profissionalizou a atividade e depois ela precisava de alguém como eu."

Em seguida, a entrevistadora Paula Quental, faz uma pergunta de resposta um tanto óbvia 'Você ganha muito dinheiro com publicidade?' Ao que Olivetto respondeu: "Felizmente a vida me tem sido pródiga. Acho exibicionista falar o quanto ganho, mas posso garantir que ganho tão mais do que eu preciso e tão menos do que eu mereço."

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

A corrida pelo poder

Aproximam-se as Eleições 2008, nas quais os eleitores brasileiros deverão escolher os prefeitos e vereadores para os próximos 4 anos. Mas antes das eleições, e por causa delas, as ruas e a mídia são tomadas por um imenso aparato de comunicação gerado por esses cidadãos que almejam o poder. Mas como se chama, afinal, os esforços concentrados e temporários de comunicação com fim eleitoral? Para ser mais específico, é Propaganda ou Publicidade?

Neusa Demartini Gomes tem a resposta para esta dúvida. Em seu livro “Formas persuasivas de comunicação política”, a autora explica que, tecnicamente, existe uma grande diferença entre Propaganda e Publicidade: Propaganda vem de Propaganda Fidae, ou propagação da fé, campanha realizada pela Igreja Católica, a partir do século XVI. Mas é tão antiga quanto o homem, já que existe desde quando existem relações de poder entre dominantes e dominados. Destas remotas origens, quando não havia produtos comerciais, e da apropriação da Igreja Católica para sua ação doutrinadora, hoje se aplica o termo ao conjunto de regras e técnicas empregadas para propagar idéias.

Já a Publicidade, conforme a autora, é o conjunto de regras e técnicas empregadas para divulgar produtos e serviços. É um fenômeno do nosso século, posterior à revolução industrial e ligada diretamente à sociedade de consumo.

Ok, até aí. Os candidatos divulgam e sustentam idéias com o objetivo de persuadir os eleitores a votar neles: propaganda. Mas não seria o candidato uma espécie de 'produto comercial' (o objeto da publicidade) que pode ou não ser escolhido nas prateleiras do supermercado 'Democracia'?

É então que se faz pertinente outro termo, "Comunicação Política", também usado por Neusa Demartini Gomes, e que, por sua vez, abrange os esforços de publicidade e propaganda utilizados no meio político. Segundo a autora, a "Comunicação Política" pode ser dividida em dois grupos principais:

- Publicidade eleitoral: lançamento e manutenção de políticos (pessoas e não das idéias que sustentam), normalmente feita em época de eleições. É apresentada na forma de spot de rádio e tv, folhetos, cartazes, out-doors e adesivos para carros;

- Propaganda política: comunicação persuasiva que visa conquistar militantes, simpatizantes ou adeptos a um partido político. É apresentada na forma de reportagens, entrevistas, documentários e editoriais.

Em suma, os dois tipos podem ser (e são) concomitantemente utilizados neste período que precede as eleições. Os carros de som, horário eleitoral em rádio e tv, anúncios em mídia impressa e exterior que disputam ferrenhamente a atenção dos eleitores, constituem a Publicidade eleitoral. Já a propaganda política inclui o boca-a-boca dos militantes e cabos eleitorais, bem como a divulgação de pesquisas sobre as preferências do eleitorado.