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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Larry Griswold, The Diving Fool



Laurens (Larry) V. Griswold (1905 - 1996), conhecido como "O Louco do mergulho", foi um ginasta americano e artista que esteve envolvido na criação do trampolim.
Griswold desenvolveu um número de acrobacias e palhaçadas, atuando profissionalmente durante anos. Charles Chaplin, do alto de sua competência e extraordinário talento dizia que Griswold era muito melhor que ele, querendo, com isso, enaltecer suas magníficas qualidades.
Fingia ser um homem bêbado e descoordenado que tentava pular de um trampolim para efetuar um mergulho. Um ato hilário e, ao mesmo tempo, arrepiante. No vídeo acima, uma de suas apresentações no "Frank Sinatra Show" datada de Novembro de 1951.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

The Dark Side of Oz

Wizard of Oz synchronized to Pink Floyd's Dark Side of the Moon.



*The initial 43 minutes.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Art Project: Esplêndido!

Os amantes da arte passam a contar com a ferramenta "Art Project", iniciativa do Google, que permite que qualquer internauta visualize virtualmente mais de mil obras de 17 dos principais museus do mundo, com uma qualidade de imagem excepcional e com a possibilidade de interagir com todas elas.










O Metropolitan Museum of Art, Hermitage, Palácio de Versalhes, Rijksmuseum, Tate, Reina Sofía e o Thyssen estão entre as instituições que colaboraram com este projeto, que propõe também um percurso virtual de 360 graus pelas galerias dos museus graças à tecnologia street-view.

O endereço da página será www.googleartproject.com

*Via TViG

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Some case studies

1 Discover why Leonardo Da Vinci's Vitruvian Man is one of the most recognized campaigns in History:



2 How do you get more people interacting with your brand? See what Catholic Church did:



*Via Blue Bus

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Just art

"Art disturbs the happy and satisfies the disturbed" Witold Gombrowicz



"No authentic human life is possible without irony" Kierkegaard

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Somos viento



"Somos el viento, que baila y que canta
Si estamos juntos, somos huracan"
Amparo Sanchez

quarta-feira, 2 de junho de 2010

terça-feira, 1 de junho de 2010

terça-feira, 6 de abril de 2010

If London were in Rio Grande do Sul

Or Liverpool were Alegrete...

quinta-feira, 11 de março de 2010

It's only Steely Dan

Ladies and gentleman, from Annandale-on-Hudson, New York, the Walter Becker and Donald Fagen's band: Steely Dan. Watch Do it again, from their debut album, Can't Buy a Thrill, was released in 1972.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

3D street art

Os desenhos a seguir são tridimensionais e feitos com uma técnica de projeção conhecida como anamorfose. Quando a imagem é vista a partir de um determinado ângulo, esta técnica cria uma ilusão de ótica. De outro ângulo o que se vê é uma imagem distorcida, mas basta se posicionar no ângulo certo para se ver um espetáculo de talento e criatividade.

Estes são trabalhos de Julian Beever, o Picasso de rua, publicados no site do artista. Clique nas imagens para vê-las ampliadas.








Mas como é que ele faz isso? Com vocês, A fonte da juventude:


E agora alguns trabalhos de Edgar Mueller, publicados no site http://www.metanamorph.com/. Clique para ampliar.






Assista o surgimento de The Crevasse:


Tanto Julian quanto Edgar chegam a levar dias para concluir cada trabalho. Suas obras de arte são efêmeras - Julian usa giz; Edgar, tinta - mas que realmente conseguem impressionar e levar diversão às pessoas que por ali passam. Ao ar livre, eles fazem mais que arte. Cada um à sua maneira, estes artistas reinventam as calçadas e ruas do mundo.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Sweet dreams, dumb!

Homenagem à arte e ao sarcasmo de Roy Lichtenstein, que influenciou e continua a influenciar vários segmentos entre eles a publicidade.


* Aos desavisados: isto não é fragmento de uma HQ, é um quadro.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Grandes num encontro insólito



Procurando por retratos de personagens históricos anteriores à invenção da fotografia, me deparei com esta obra recente que achei extraordinária. Trata-se de uma pintura a óleo feita em 2006 pelos chineses Dai Dudu, Li Tiezi e Zhang An, na qual eles conseguiram reunir a maior quantidade de figuras históricas de que eu tenho notícia. Em número de 'cabeças', o quadro supera de longe a capa do Sargent Peppers, porém, é claro, sem a mesma fama do clássico álbum dos Beatles.

Notadamente, cada personagem na pintura não é apenas mais um anônimo como num cenário de 'Onde está Wally?', no qual a função de todos os demais é dificultar a localização do protagonista. Até mesmo porque, na obra dos chineses, todos foram protagonistas em algum momento histórico. Por trás de cada rosto, seja ele de um artista, atleta ou político, há uma história que o fez ficar em evidência, que a destacou de seus contemporâneos. Você naturalmente vai se identificar com vários deles.

Mas algo que chamou muito a minha atenção foram as situações inusitadas que esta idéia permitiu. Ora, onde mais poderíamos ver Beethoven tocando piano para Hitler? Ou o presidente republicano Abraham Lincoln 'trocando uma idéia' com o líder comunista Mao Tsé-Tung? Ou ainda Yasser Arafat, com seu inconfundível turbante, posando risonho ao lado de Marilyn Monroe? Cômico, no mínimo. A propósito, alguém consegue encontrar algum brasileiro além do Pelé?

domingo, 14 de dezembro de 2008

Reflexões sobre arte e publicidade

Arte, segundo a Wikipedia, é a atividade humana ligada a manifestações de ordem estética, feita por artistas a partir de percepção, emoções e idéias, com o objetivo de estimular essas instâncias de consciência em um ou mais espectadores. No sentido moderno, o termo arte pode se referir a atividade artística ou o produto da atividade artística.

Entretanto, troque-se artistas por publicitários e espectadores por público-alvo e perceberemos que a arte e a publicidade têm muito em comum. Obviamente existem diferenças, mas tanto uma quanto a outra são suscetíveis à exibição e interferem nos pensamentos e/ou sentimentos de quem as vê ou ouve.

Já ouvi que o artista cria com total liberdade, ao passo que o trabalho do publicitário é restringido pelos interesses de um anunciante. Ora, mas quantas obras de arte só existem porque alguém as encomendou? Uma das mais célebres pinturas de toda a história, o teto da Capela Sistina, por exemplo, foi contratada a Michelangelo pelo Papa Júlio II. Neste contexto, o sacerdote em questão é equivalente ao anunciante na publicidade, ou seja, aquele que contrata e paga pelo serviço.

Há, contudo, obras que não são previamente contratadas e temos então uma grande diferença. Enquanto a publicidade é contituída de uma peça que servirá para vender produtos, a arte contitui o próprio produto. Em outras palavras, a arte pode existir por si só e pode até não ser vendida, mas a publicidade depende de um produto para existir e é necessariamente vendida ao anunciante que a contratou.

Outro ponto de convergência entre arte e publicidade é a necessidade de um meio para sua exibição. O rádio, por exemplo, é utilizado tanto para jingles e spots (publicidade) quanto para músicas (arte). A televisão, por sua vez, é um meio que exibe filmes (arte) e comerciais (publicidade). Quanto a Internet, num mesmo site é possível se encontrar fotografias artísticas e e-books (arte) e banners divulgando produtos (publicidade).

Seria possível, contudo, se fazer publicidade de uma obra de arte? Claro. É o caso dos cartazes de filmes, anúncios de peças de teatro e dos spots sobre shows. E seria verdadeira a recíproca? Sim, embora bem menos comum. É o caso, por exemplo, das colagens e das esculturas feitas com material alternativo (anúncios e embalagens de produtos).